Edição 110 - Volume V.37 - N.1 - jan. - abr. 2018
Edition 110 - Volume V.37 - N.1 - jan. - apr. 2018

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Dossiê / Dossiê
DOSSIÊ STF EM DISCUSSÃO - APRESENTAÇÃO: O MAL-ESTAR NO SUPREMO
BRAZILIAN SUPREME COURT UNDER DEBATE DOSSIER - INTRODUCTION: BRAZILIAN SUPREME COURT AND ITS DISCONTENTS - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010008
Samuel Barbosa
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Dossiê / Dossiê
MINISTROCRACIA: O SUPREMO TRIBUNAL INDIVIDUAL E O PROCESSO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO
MINISTROCRACY: THE INDIVIDUAL SUPREME COURT IN BRAZILIAN DEMOCRACY - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010003
Diego Werneck Arguelhes e Leandro Molhano Ribeiro
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Dossiê / Dossiê
MAPEANDO O SUPREMO: AS POSIÇÕES DOS MINISTROS DO STF NA JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL (2012-2017)
MAPPING BRAZIL’S SUPREME COURT: MINISTERS’ POSITIONS IN THE CONSTITUTIONAL JURISDICTION (2012-2017) - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010001
Jeferson Mariano Silva
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Dossiê / Dossiê
O PAPEL DA POLÍTICA NA ATUAÇÃO DAS CORTES SUPREMAS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE BRASIL E MÉXICO
POLITICS AND SUPREME COURTS: A BRAZIL-MEXICO COMPARISON - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010004
Juliano Zaiden Benvindo e Fernando José Gonçalves Acunha
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Dossiê / Dossiê
UM SUPREMO COADJUVANTE: A REFORMA JUDICIÁRIA DA DISTENSÃO AO PACOTE DE ABRIL DE 1977
A SUPPORTING SUPREME COURT: BRAZILIAN JUDICIAL REFORM FROM THE DISTENSION TO THE PACKAGE OF APRIL OF 1977 - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010002
Andrei Koerner
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Artigos / Articles
TRUMP AND THE FUTURE OF U.S. LABOR: AN INTERSECTIONAL PERSPECTIVE
TRUMP E O FUTURO DO TRABALHISMO NORTE-AMERICANO: UMA PERSPECTIVA INTERSECCIONAL - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010006
Ruth Milkman
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Artigos / Articles
“NINGUÉM QUER SER UM TREZE DE MAIO” ABOLIÇÃO, RAÇA E IDENTIDADE NACIONAL NOS CONTOS DE ASTOLFO MARQUES (1903–1907)
“NOBODY WANTS TO BE A MAY 13TH”: ABOLITION, RACE AND NATIONAL IDENTITY IN THE TALES OF ASTOLFO MARQUES (1903–1907) - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010005
Matheus Gato
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Artigos / Articles
ALFREDO VOLPI E A MODERNIZAÇÃO PRECÁRIA
ALFREDO VOLPI AND THE PRECARIOUS MODERNIZATION - http://dx.doi.org/10.25091/S01013300201800010007
Carlos Pires
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Sobre o Artista

Regina Parra

1981, São Paulo, SP

Vive e trabalha em São Paulo

Mestre em Teoria e Crítica da Arte pela Faculdade Santa Marcelina (orientação Lisette Lagnado) e bacharel em Artes Visuais pela Faap. Nos últimos anos realizou exposições individuais na Galeria Millan, São Paulo, SP (2016), Pivô, São Paulo, SP (2014), Galeria Effearte, Milão, Itália (2012), Centro Cultural São Paulo, SP (2011), Galeria Leme, São Paulo, SP (2011 e 2009), Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE (2010) e Paço das Artes, São Paulo, SP (2009).

Entre as coletivas, destacam-se Sights and Sounds, curadoria de Luiza Proença e Jens Hoffmann, no The Jewish Museum, Nova York; FUSO – Festival Internacional de Video Arte, curadoria Lisette Lagnado, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa; Say the Same Thing, curadoria de Giovanna Bragaglia e Miwa Negoro, OnCurating Project Space, Zurique; CPR Film Festival Argentina, curadoria Tainá Azeredo, Buenos Aires; Emergência, curadoria Moacir dos Anjos, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro; Totemonumento, curadoria Isabella Rjeille, na Galeria Leme; Arquitetura e Paisagem Urbana, curadoria Cauê Alves, MuBE; O espírito de cada época, curadoria Rejane Cintrão, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Encruzilhada, curadoria Bernardo Mosqueira, Parque Lage, Rio de Janeiro; Frestas_I Trienal de Artes, curadoria Josué Mattos, Sesc Sorocaba; Cães sem Plumas, curadoria de Moacir dos Anjos no Museu de Arte Moderna de Recife; Rumos Artes Visuais, curadoria de Agnaldo Farias no Itaú Cultural; 17o Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, curadoria de Solange Farkas no SESC Belenzinho; Suspicious Minds, curadoria de Cristina Ricupero na Galeria Vermelho; A Carta da Jamaica, curadoria de Alfons Hug no Oi Futuro do Rio de Janeiro, Rice and Beans, curadoria de Jacopo Crivelli no Studio Trendy em Miami, À Sombra do Futuro, curadoria de Luiza Proença no Instituto Cervantes, e Grupo 2000e8, curadoria de Paulo Pasta no SESC Pinheiros.

Em 2017 foi contemplada com o Prêmio de Residência Artística da Sp-Arte. Em 2012 recebeu o Prêmio de Videoarte da Fundação Joaquim Nabuco e foi indicada ao Prêmio de Artistas Emergentes da Fundação Cisneros. Recebeu também o I Prêmio Ateliê Aberto Videobrasil (2011), Prêmio Destaque da Bolsa Iberê Camargo (2009) e o Primeiro Prêmio da Anual de Artes da Faap (2006).

Sua obra faz parte do acervo de instituições como Pinacoteca de São Paulo, Instituto Figueiredo Ferraz, VideoBrasil, entre outras.

sobre Castelo (é possível, mas não agora), no ensaio visual da revista Novos Estudos 110:

“Sem entregar uma solução para os impasses em que as subjetividades parecem ser sequestradas, Regina Parra provoca a erupção de feridas há muito tempo agonizantes: dispositivos de segregação e violência, invisibilidade intencional às desigualdades sociais, estados de exceção, a presença velada de migrantes. É o que a artista conjuga em trabalhos como a série de pinturas Castelo (é possível, mas não agora). Parra retratou alguns moradores do Edifício Marconi, ocupação no Centro de São Paulo, enquanto estes admitiam uma sobrevivência através de uma pulsão avivada por seus desejos íntimos. De olhos fechados, cada um imagina os planos para alcançar o sonho irrealizável. Como em um repouso, essas pessoas parecem nos perguntar em silêncio: para onde caminham nossos sonhos?” Galciani Neves