Edição 119 - Volume v. 40 | n. 1 - jan.-abr. 2021
Edition 119 - Volume v. 40 | n. 1 - Jan.-Apr. 2021

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Artigos / Articles
Presa na rede de proteção social: privacidade, gênero e justiça de dados no Programa Bolsa Família
Caught in the Social Safety Net: Privacy, Gender and Data Justice in the Bolsa Família Program
Mariana G. Valente, Natália Neris e Nathalie Fragoso
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Artigos / Articles
Repertórios discursivos e as disputas políticas contemporâneas
Discursive Repertoires and Contemporary Political Contention
Ricardo Fabrino Mendonça, Mariana Abreu e Rayza Sarmento
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Artigos / Articles
Interações socioestatais e construção de capacidades nas políticas públicas: o caso da assistência social na cidade de São Paulo
State-Society Interaction and Capacity Building in Public Policies: The Case of Social Assistance in The City of São Paulo
Renata Bichir, Guilherme Nunes Pereira e Maria Laura Gomes
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Artigos / Articles
O anjo caído na terra prometida: Propriedade, regulação e conflitos na reurbanização periférica da São Paulo do século XXI
The Fallen Angel in the Promised Land: Property, Regulation, and Conflicts in the Peripheral Reurbanization of the 21st-Century São Paulo
Giovanna Bonilha Milano, Guilherme Moreira Petrella e Magaly Marques Pulhez
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Artigos / Articles
The Politics of Evaluating Cannabis Regulation in Uruguay
A régua política das avaliações da regulamentação da Cannabis no Uruguai
Mauricio Fiore and Paulo Pereira
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Artigos / Articles
O setor bancário brasileiro: Centralização de capitais e alterações na composição orgânica do capital
The Brazilian Banking Sector: Capitals Centralization and Changes in the Organic Composition of Capital
Jéssica Maciel, Deise Luiza Ferraz, Bárbara Biondini e David Franco
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Artigos / Articles
Volpi: Doxa, permanência e denegação na crítica de arte brasileira
Volpi: Doxa, Permanence and Denegation in Brazilian Art Criticism
Marcos Pedro Magalhães Rosa
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Artigos / Articles
Não morte, pensamento e vida em “O filho de Saul”
Non Death, Thinking and Life in “Son of Saul”
Rita Paiva e Mauro Rovai
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Artigos / Articles
Em busca da completude: O burguês entre o cômico e o sério
Paolo Tortonese
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Sobre o Artista

Nascida em São Paulo, em 1961, Dora Longo Bahia é doutora em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), com pós-doutorado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP). Atualmente é professora no Curso de Artes Visuais e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da ECA/USP. Desde 2015, coordena o Grupo de Pesquisa Depois do Fim da Arte que investiga o papel social do artista na contemporaneidade. Participou de diversas bandas de rock experimental, entre elas, Disk–Putas, Verafisher, Maradonna e Cão. Suas obras se desdobram em vários suportes, como pintura, fotografia, vídeo, filme, instalação, performance, disco, livro, entre outros. Desde o final dos anos 1980, quando se graduou em Educação Artística pela FAAP, a artista participa de exposições e festivais nacionais e internacionais, entre eles, em 2019 da Bienal Sur, em Buenos Aires, em 2018, da 9a Bienal de Busan – Divided We Stand, na Coreia do Sul, e em 2017 do 35º Panorama da Arte Brasileira. Em 2019, foi uma das 5 premiadas na 7ª edição do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça; em 2016, recebeu a Bolsa Zum/IMS e, em 2011, sua tese de doutorado Do campo a cidade foi agraciada com o Prêmio CAPES de Tese na área de Artes e Música.

 

Black Flag, 2021
Tinta acrílica e caneta à base de água sobre papel

A série Black Flag (Bandeira Preta) apresenta imagens de grupos contemporâneos que lutam contra as condições de vida determinadas pelo capitalismo. Se a bandeira branca representa rendição, a bandeira preta representa resistência. É a bandeira utilizada pelos anarquistas desde pelo menos 1883, quando Louise Michel levantou uma bandeira preta durante uma manifestação contra o desemprego em Paris, aos brados de “pão, trabalho ou chumbo”. Black Flag é também o nome de uma banda de hardcore norte-americana formada em 1976 por Greg Ginn que promovia a ética – e estética – punk do faça-você-mesmo.